domingo, 8 de janeiro de 2012

COMPLEMENTANDO...

É isso que dá fazer um post cansado e com pressa num quarto de hotel: duas omissões importantes na categoria "jogos do ano". Na verdade, um jogo e um momento histórico:

O JOGO: Semifinal do US OPEN (Novak Djokovic x Roger Federer).






O MOMENTO HISTÓRICO: como eu escrevi no Facebook no momento que aconteceu: infelizmente paixões e birras futebolísticas impediram que uns 85% dos amantes do futebol valorizassem o que tinha acabado de acontecer.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

RETROSPECTIVA 2011

Não posso dizer que essa é a retomada oficial do blog. Provavelmente não é. Mas como estamos entrando em ano olímpico, e o blog foi criado exatamente para meus registros dos últimos Jogos Olímpicos, nunca se sabe...

Vendo o arquivo do blog pode-se perceber que gosto de listas. Nos últimos dias vinha fazendo minha lista mental do que foi bom em 2011. Inicialmente a idéia era registrar tudo em pequenos posts no Facebook. Mas por que não fazer um texto um pouco mais organizado e publicá-lo por aqui? Então, aqui estamos.

A seguir, minha retrospectiva de 2011. Meus critérios são os mesmos que usei quando fiz as listas de melhores da década, no final de 2009: não trata apenas uma lista de melhores, mas sim de tudo aquilo que vai ficar marcado pra mim de alguma forma, coisas que sei que vou me lembrar quando pensar em 2011 daqui uns 10 anos. Não consegui fechar listas “redondas” de 5 ou 10 nomes e vou citar somente o que acho relevante, sem encher lingüiça pra termos um “top 10”, por exemplo. Sem mais enrolação...

ATLETAS DO ANO

1. Aaron Rodgers – NFL, Green Bay Packers, Quarterback

Impressionante como ele faz tudo parecer tão fácil dentro de campo. Desde janeiro, quando comandou o time à vitória no Super Bowl, e entrando pela temporada 2011, Rodgers não deixou dúvidas de que será o MVP da NFL em 2011 e ficar na frente do número 5 dessa lista só mostra o quanto ele jogou nesse ano.

2. Novak Djokovic – Tênis, Sérvia

De repente ele pára de de comer glúten, vence o Australian Open, Wimbledon e o US OPEN, sem falar de ter feito o que quis com Rafael Nadal ao longo do ano. Começou o ano com 43 vitórias consecutivas até perder a semifinal de Roland Garros para Roger Federer. Número 1 do mundo com sobras.

3. Lionel Messi – Futebol, Barcelona

Será eleito o melhor jogador de futebol do mundo pelo terceiro ano consecutivo – se igualando a Ronaldo e Zidane no número de eleições, mas o primeiro a ganhar 3 vezes de forma consecutiva. O maestro do fantástico time do Barcelona.


4. Justin Verlander – Major League Baseball, Detroit Tigers, Pitcher

Quando um pitcher é eleito MVP da Major League Baseball é porque alguma coisa monstruosa ele fez (o último a conseguir esse feito havia sido Roger Clemens em 1986). Falo isso porque os pitchers já têm seu próprio prêmio, o Cy Young, para o melhor da posição e  o MVP normalmente é dado para jogadores de outras posições, que jogam em todos os jogos (os pitchers jogam somente a cada 5 dias). Mas Verlander era o cara que garantia as vitórias para os Tigers (foram 24 vitórias no ano em jogos que ele iniciou), além de um excelente ERA de apenas 2.4 (média de corridas tomadas por jogo completo).

5. Drew Brees – NFL, New Orleans Saints, Quarterback

Em um dos meus drafts para o Fantasy em setembro eu deixei Drew Brees passer e peguei Philip Rivers no segundo round. Provavelmente foi o principal motivo de ter perdido as finais dessa liga. Brees APENAS bateu o recorde de jardas de Dan Marino (5084 jardas passadas em 1984) e ainda tem um jogo por fazer.

6. Dirk Nowitzki – NBA, Dallas Mavericks, Forward.

O Alemão finalmente conquistou seu título da NBA, ajudando os Mavericks a eliminar os Lakers numa varrida incontestável e batendo o Miami Heat de Lebron James de Dwyane Wade nas finais. Seu desempenho nos playoffs foi fantástico.

TIMES DO ANO

1. F.C. Barcelona

Basta perguntar para qualquer santista. Estamos presenciando um dos melhores times de futebol da história.
PS: Gol do Barcelona!


2. Green Bay Packers

A primeira derrota dos Packers em 2011 só foi acontecer na semana passada, em Kansas City. Antes disso, 13 vitórias seguidas para iniciar a temporada, mais as 4 vitórias em janeiro, durante os playoffs e a conquista do Super Bowl.


3. Dallas Mavericks

Ver Nowitzki, Dirk (número 6 da lista de atletas).


JOGOS DO ANO

1. Jogo 6 da World Series de Baseball – St. Louis Cardinals 10, Texas Rangers 9
Por 2 vezes os Texas Rangers estiveram a uma eliminação de conquistar a World Series, com 2 runs de vantagem. Nas 2 vezes os Cardinals se salvaram, empataram e levaram aos innings extras. E venceram, provocando o jogo 7, quando ganhariam o título. Histórico.




Miami vencia por 15 pontos em casa no último quarto (faltavam 7:13 min quando Dwyane Wade fez uma cesta de 3 pontos e comemorou na frente do banco dos Mavs) e estava prestes a abrir 2-0 no playoff final da NBA. Dirk Nowitzki (ele de novo, com o tendão do dedo médio arrebentado!) comandou uma virada fantástica, empatando a série e abrindo as portas para o primeiro título da franquia, que seria conquistado 4 jogos depois.



FILMES DO ANO

Ao pensar nos melhores filmes me dei conta de que fui totalmente relapso em termos de cinema nesse ano e mesmo a minha lista de filmes ASSISTIDOS era pequena. Acabei fazendo uma pesquisa de tudo o que foi lançado por aqui e percebi que realmente não perdi muita coisa (sério que Velozes e Furiosos já está no episódio 5? Meu Deus...). Um monte de filmes de super-heróis (Thor, Lanterna Verde, Capitão América... socoooorro!), saga Crepúsculo, Atividades Paranormais, até a última sequência de Jogos Mortais (e eu gosto da série) foi lançada, mas não faz nem uma sobrinha para o primeiro filma da série, que é brilhante. Resumo, só vou citar 2 filmes que realmente marcaram para mim:


1. Cisne Negro (Black Swan, 2010)

Sim, o filme é de 2010 e até concorreu ao Oscar de melhor filme. Mas no Brasil só foi lançado em 2011, então eu não teria a chance de colocá-lo numa lista do ano passado (na verdade até teria, se fazer download fosse legalizado, mas melhor não entrar nesse mérito). Valeu o Oscar mais do que merecido de melhor atriz para Natalie Portman e o roteiro é excelente.



2. Meia-Noite em Paris (Midnight In Paris, 2011)

Woody Allen filmando em Paris. Uma comédia romântica deliciosa com Owen Wilson e Rachel McAdams. Daqueles filmes que você sai leve do cinema e com a certeza de que empregou bem seu tempo.



MÚSICA DO ANO

 Rolling In The Deep (Adele)

Acho que essa é uma das maiores unanimidades dos últimos tempos. Está em praticamente todas as listas que saem por aí. Nem preciso comentar muito, deixemos Adele cantar:




sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

RETROSPECTIVA 2010 - PARTE 2: OS MOMENTOS ESPORTIVOS DO ANO


1. Copa do Mundo

Apesar do fiasco da Seleção Brasileira, foi uma grande Copa do Mundo. O título da Espanha foi merecido, mas foi muito bom ver o renovado time da Alemanha jogando muita bola (Alemanha jogando bonito? Pois é.) e a boa surpresa dos vizinhos uruguaios.


  2. Rafael Nadal fechando o Grand Slam na carreira

Apenas 7 tenistas na história conseguiram conquistar os quatro títulos de Gran Slam na carreira (Australia, Roland Garros, Wimbledon e US Open). Nadal largou de vez a imagem de ser somente um jogador de saibro, como entrou na corrida para buscar o recorde de grand slams de Roger Federer (no momento 16x9).

3. NBA Finals - Lakers x Celtics

A maior rivalidade da NBA e uma das maiores do esporte mundial. Pela décima-segunda vez os times se enfrentaram nas finais e pela segunda vez em 16 anos a decisão foi para o sétimo jogo, que foi uma verdadeira guerra, não foi bonito, mas foi espetacular. Histórico.

4. Mundial de Basquete

Teve um significado especial pra mim, já que acompanhei in loco. Além do título dos EUA e das atuações de Kevin Durant, foi bom ver que o Brasil começa a voltar a competir em bom nível (apesar da derrota doída para a Argentina nas quartas-de-final), além de jogos fantásticos, com finais emocionantes, especialmente Espanha x Sérvia e Turquia x Sérvia.


 

 5. Super Bowl XIV – título do New Orleans Saints

Muito bom ver New Orleans em festa poucos anos depois da tragédia do Katrina. O simbolismo do título foi muito além do esporte. E o jogo teve seus momentos que marcaram, como o onside kick dos Saints no início do terceiro quarto e a interceptação de Peyton Manning no final do jogo que garantiu a vitória.


Outra vitória que tem um significado que ultrapassa as barreiras do esporte. Logo após o escândalo de Tiger Woods, Mickelson, considerado um “exemplar homem de família”, conquista o torneio mais tradicional do golfe. Clicando aqui pode-se ler o texto que escrevi na época.

7. Muricy ganhando o 4º título em 5 anos

Ainda não consigo aceitar que o São Paulo o demitiu no meio de 2009 mesmo depois de 3 títulos nacionais conquistados. Dessa vez ele conseguiu o título com o limitado, mas regular, time do Fluminense, que passou a maior parte do campeonato sem os seus principais jogadores, como Deco e Fred, que estavam machucados. Quatro títulos em cinco anos. Melhor que isso: o único título que ele perdeu (2009) foi pelo Palmeiras.


8. Transferência de Lebron James

A transferência de Lebron James, após o final de seu contrato com o Cleveland Cavaliers, foi o fato que mais ocupou o espaço da imprensa americana em 2010, mais que o embrólio do Brett Favre e muito mais que o retorno de Michael Vick. Primeiro, toda a expectativa pela transferência e a decisão a ser tomada. Veio a frase do ano: “I’m going to take my talents do South Beach” e, a partir daí, a transformação d o ídolo em vilão, pela forma como ele tomou a decisão – em uma entrevista em cadeia nacional, esfaqueando Cleveland pelas costas.

9. Brasil Tricampeão Mundial de Vôlei

O maior domínio de uma equipe/seleção no esporte mundial. Não há nada que se possa comparar.


10. Jogos Olímpicos de Inverno

Apesar de não acompanhar tanto, os Jogos de Vancouver me marcaram de duas formas: foi a minha primeira experiência com transmissões de TV em alta de definição (uma nova era que não terá mais volta) e a impressionante popularidade-momentânea do curling aqui no Brasil – foi engraçado ver meus amigos “especialistas” em futebol trocando inúmeros e-mail’s sobre a bocha-no-gelo. 


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RETROSPECTIVA 2010 - PARTE 1: OS ATLETAS DO ANO

Sim, eu sei, meu último post nesse blog foi no início de setembro, há quase 4 meses. Não voltei nem pra contar a experiência de ter acompanhado in loco o Mundial de Basquete da Turquia, a excitação que foi o Fantasy da NFL, nem mesmo a temporada sensacional da NFL ou as finais do campeonato brasileiro. Uma vergonha. Não imagino que os 3 ou 4 amigos que passavam por aqui de vez em quando ainda vão aparecer depois de tanto tempo, mas resolvi não deixar o ano terminar em branco e vou deixar registrada minha retrospectiva esportiva de 2010. Pelo menos será um registro pessoal. Começo pelos atletas do ano.

1. Rafael Nadal

Barbada. Conquistou 3 Grand Slams - Roland Garros, Wimbledon e US Open, sendo que esse último título o transformou no sétimo tenista da história a conquistar os 4 maiores títulos do tênis. Seu domínio só não foi completo por que o número 7 dessa lista ainda tem alguma lenha para quiemar.


      

      
       2.       Tom Brady (futebol americano - QB - New England Patriots)

      Como se não bastasse ser o marido da Gisele Bundchen, voltou à forma de 2007, quando foi o MVP da NFL e só não foi campeão invicto por causa de uma das maiores jogadas da história. Estourou o joelho em 2008, utilizou 2009 como recuperação e deverá ser novamente o MVP da liga nessa temporada. 


      3.       Michael Vick (futebol americando - QB - Philadelphia Eagles)

      Talvez a história do ano. Vick esteve preso entre os anos de 2007 e 2008 devido ao envolvimento em brigas de cachorros. Após a prisão, voltou à NFL e foi contratado como reserva pelo Philadelphia Eagles. Nesse ano, assumiu a condição de titular com a contusão de Kevin Kolb e se transformou na maior sensação da liga. E está ainda melhor do que era antes da prisão, pois além da capacidade atlética, que lhe permite várias corridas, ainda aprimorou a condição de um grande passador.
            
            
            4. Kevin Durant (basquete - Oklahoma City Thunder e Seleção dos Estados Unidos)
      
      Aos 21 anos tornou-se o mais jovem cestinha de uma temporada da história da NBA e ficou em segundo lugar na eleição de MVP. De quebra, ainda levou nas costas a seleção dos EUA no Campeonato Mundial da Turquia, onde foi o MVP. Veteranos como Chauncey Billups e Lamar Odom nada mais faziam do que passar a bola para Durant. Uma das maiores máquinas de marcar pontos que já se viu no basquete. 


             5. Lionel Messi (futebol - Barcelona e seleção da Argentina )  

      Apesar de não ter conseguido levar a seleção argentina para além das quartas-de-final da Copa do Mundo da África do Sul, ainda é de longe o melhor jogador de futebol do mundo. 


            6. Roy Halladay (baseball - Philadelphia Phillies)

Quando a ESPN HD foi disponibilizada em minha casa, um amigo meu me disse que assistir jogos de baseball na temporada regular seria um exagero. Concordei, mas com duas exceções: quando o jogo fosse entre New York Yankees e Boston Red Sox ou quando o jogo fosse dos Phillies com Halladay arremessando. Nesse ano ele conseguiu dois feitos fantásticos: lançou um perfect game durante a temporada regular e um no-hitter durante os playoffs. E essa matéria da revista Sports Illustrated me fez tornar um fã do cara.


            7. Roger Federer (tênis) 

      Se Rafael Nadal dominou o ano com os três títulos citados anteriormente, não podemos deixar de lembrar que o ano começou com a vitória de Federer no Australian Open e terminou com outra vitória dele, no Masters Cup.


             8. Kobe Bryant (basquete - Los Angeles Lakers) 

      Levou os Lakers ao bicampeonato e agora está a um título de se igualar a Michael Jordan. 

             
      9. Murilo (vôlei)

      Grande vizinho! Não é fácil ter que substituir o melhor jogador de vôlei do mundo dos últimos 10 anos. Murilo não só assumiu o lugar de Giba na seleção brasileira, como foi o melhor jogador nas conquistas da Liga Mundial e do Tricampeonato Mundial. 
     
      10. Cesar Cielo (natação)

Unificou os títulos mundiais dos 50m e 100m nas piscinas curta e longa. Monstro.




quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Are you ready for some football?

Em homenagem aos números das camisas de 2 dos meus 3 maiores ídolos do Futebol Americano, Joe Montana e Steve Young (peço desculpas a maior deles, Jerry Rice, mas não conseguiria fazer uma lista com 80 itens), apresento 16 motivos que fazem com que essa temporada seja imperdível. No final, deixo 8 previsões (é mais bonito escrever “previsões” do que “palpites”):



16 motivos para acompanhar a temporada:

  1. O Dallas Cowboys tentando chegar ao Super Bowl depois de 14 anos, no ano onde o grande jogo será jogado em seu novo estádio de 1,5 bilhão de dólares, inaugurado em 2009 (http://stadium.dallascowboys.com). O time está repleto de armas ofensivas – os WR’s Miles Austin, Dez Bryant (rookie) e Roy E. Wiiliams, os RB’s Felix Jones e Marion Barber, o TE Dallas Clarck e o QB Tony Romo.

2.       Donovan McNabb, ídolo em Philadelphia, em sua primeira temporada pelo Washington Redskins, rival de divisão, o que significa que teremos dois jogos entre o QB e seu ex. Os Redskins também investiram no técnico Mike Shanahan, duas vezes campeão do Super Bowl com o Denver Broncos.

3.       A briga na NFC East, que deverá ser mais uma vez, a divisão mais equilibrada da liga. Já falei dos Cowboys e dos Redskins, mas os Giants sempre podem chegar e os Eagles, agora sem McNabb, mas com Kevin Kolb, em quem confio (e pelo jeito a comissão técnica também, a ponto de liberar o ídolo McNabb para um rival de divisão) e com um ataque com excelentes opções (LeSean McCow, DeSean Jackson, Jeremy Maclin e Brent Celek).  São me surpreenderá se todos os times da divisão terminarem a temporada regular com 8 ou mais vitórias.

4.       A vigésima temporada de Brett Favre depois de mais uma novela aposenta/não aposenta. A questão física preocupa (problema no tornozelo), mas será que ele vai conseguir se aproximar do desempenho do ano passado (uma das melhores - senão a melhor - temporadas de sua carreira)?

5.       O New Orleans Saints defendendo o título – já teremos uma boa prévia no jogo de abertura da temporada, no próximo dia 09, quando os Saints recebem os Vikings de Brett Favre, na reedição da última final da NFC.


6.       O meu San Francisco 49ers, finalmente com um time que pode trazê-lo de volta aos playoffs depois de 8 anos. O time apresentou a melhor defesa de 2009 e opções ofensivas não vão faltar ao QB Alex Smith, especialmente RB Frank Gore, o WR Michael Crabtree em seu segundo ano (e dessa vez jogando desde o começo da temporada) e o TE Vernon Davis. E gosto MUITO do técnico Mike Singletary. O grande ponto de interrogação do time será exatamente o QB.


7.       O sempre perigoso New England Patriots, agora com Tom Brady definitivamente recuperado da contusão que o afastou da temporada de 2008, com o WR Wes Welker recuperado em tempo recorde da cirurgia de reconstrução do joelho (contusão da última semana da 2009!) e com toda a tradição que o time traz dos últimos 10 anos, apesar da defesa que não desperta muita confiança, em uma divisão que traz os “queridinhos” da mídia antes do início da temporada...


8.       ... os J-E-T-S. Finalistas da AFC em 2009, quando perderam para os Colts, estão sendo considerados um dos dois favoritos da pré-temporada (falo do outro no próximo item da lista). Têm a defesa que é considerada como melhor da liga, mas estão sofrendo com o “holdout” (tipo de greve por aumento de salário) do melhor cornerback da NFL, Darrelle Reevis. Mesmo sem ele, a defesa é muito poderosa. Trouxeram alguns reforços para o ataque, especialmente Santonio Holmes (WR, MVP do Super Bowl XLIII pelos Steelers) e LaDainian Tomlinson (ex-Chargers, melhor RB das temporadas de 2006 e 2007). E, além de tudo isso, os Jets estão sendo mostrados pela série Hard Knocks, da HBO, com episódios semanais sobre a pré-temporada. Ou seja, é o time da moda.


Meu ponto de interrogação é o QB Mark Sanchez, que até agora não mostrou que pode ser um QB de grandes jogades e de passes acurados. E não custa lembrar que os Jets só se classificaram para os playoffs da última temporada porque ganhara “de presente” o jogo dos Colts na semana 16, quando o time de Indianapolis, já como #1 garantido na AFC, abriu diferença e decidiu poupar os titulares no segundo tempo.


9.       Baltimore Ravens: o outro favorito da crítica, ao lado dos Jets, para o título da NFC. O QB Joe Flacco está no seu terceiro ano e pode ser firmar como um dos grandes da liga, o RB Ray Rice teve um ano monstruoso em 2009, mas a única adição de peso foi o WR Anquan Boldin, ex-Cardinals, mas que vive com problemas de contusões. Eu não vejo tanto motivo para essa empolgação.


10.   Os Steelers, campeões de 2008 e que sofreram demais com contusões em 2009, parecem estar “saudáveis” novamente para voltar aos playoffs. O “problema” é a suspensão do QB Ben Roethlisberger por 6 jogos (que pode ser reduzida para 4) devido a sua conduta fora de campo (foi acusado de tentaiva de estupro em duas ocasiões diferentes).


11.   O Cincinnati Bengals com Chad Ochocinco e Terrel Owens juntos (eu pagaria para ver o Hard Koncks com esses dois!).


12.   Vince Young, Chris Johnson (o #1 nos drafts do Fantasy nesse ano) e o Tennessee Titans. Eles começaram com 5 derrotas nos 5 primeiros jogos de 2009. O técnico Jeff Fisher (outro dos meus favoritos) resolveu dar uma chance para o QB Vince Young, ídolo na universidade mas que não havia conseguido mostrar um bom desempenho na NFL e estava encostado, e o time ganhou 8 dos últimos 11 jogos. É o meu sleeper da temporada.


13.   Peyton Manning. Simplesmente porque sim.


14.   O  Sunday Night Football está com a programação caprichada. Pelo menos para mim, apenas 2 jogos são “passáveis”: Chicago @ NY Giants (week 4) e San Diego @ Cincinnati (week 16), a não ser que você esteja dependendo de algum jogador em seu Fantasy.


·         Dallas @ Washington (12 de setembro)
·         NY Giants @ Indianapolis (19 de setembro)
·         NY Jets @ Miami (26 de setembro)
·         Philadelphia @ San Francisco (10 de outubro)
·         Indianapolis @ Washington (17 de outubro)
·         Minnesota @ Green Day (24 de outubro)
·         Pittsburgh @ New Orleans (31 de outubro)
·         Dallas @ Green Bay (7 de novembro)
·         New England @ Pittsburgh (14 de novembro)
·         NY Giants @ Philadelhia (21 de novembro)
·         San Diego @ Indianapolis (28 de novembro)
·         Pittsburgh @ Baltimore (5 de dezembro)
·         Philadelphia @ Dallas (12 de dezembro)
·         Green Bay @ New England (19 de dezembro)


5.   O  Monday Night Football não fica atrás. Muitos jogos bons, alguns imperdíveis:


·        Baltimore @ NY Jets (13 de setembro)
·        New Orleans @ San Francisco (20 de setembro)
·        Minnesota @ NY Jets (11 de outubro)
·         NY Giants @ Dallas (25 de outubro)
·         Philadelphia @ Washington (15 de novembro)
·         NY Jets @ New England (6 de dezembro)
·        New Orleans @ Atlanta (27 de dezembro)


16.   FANTASY NFL: segundo ano da liga Michael Chang. Com mais experiência, a galera caprichou mais no draft desse ano. Para quem ainda não joga, recomendo fortemente.


8 previsões:

1.       Times que certamente estarão nos playoffs na AFC: San Diego Chargers, NY Jets, Baltimore Ravens, Indianapolis Colts.


2.       Meu sleeper na AFC: Tennessee Titans – vão para os playoffs e podem até ameaçar os Colts na briga pelo título da divisão.


3.      A última vaga ficará entre New England Patriots (meu favorito nesse grupo), Miami Dolphins e Pittsburgh Steelers.


4.       Times que certamente estarão nos playoffs na NFC: Green Bay Packers, New Orleans Saints, San Francisco 49ers.


5.       Das outras 3 vagas,pelo menos 2 serão da NFC East, senão as 3. Nesse caso, a briga é entre Cowboys, Eagles e Redskins.


6.       A última vaga (se sobrar) ficará entre Minnesota Vikings e o Atlanta Falcons.


7.       Candidatos a MVP: Peyton Manning, Drew Brees e Aaron Rogers. Minha aposta: Aaron Rodgers.


8.       Palpite para o Super Bowl: Green Bay Packers x Indianapolis Colts


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domingo, 15 de agosto de 2010

The Dream Team

Vídeo de introdução do Dream Team ao Hall da Fama do Basquete. Homenagem ao maior time de qualquer esporte coletivo que já existiu. Histórico.


Muito mais que o escudeiro de Michael Jordan

Há alguns anos eu e um grupo de amigos fizemos nossas próprias listas do nosso “dream team” da NBA, considerando apenas os jogadores que havíamos visto jogar. Na minha lista de 12 jogadores eu reservei um lugar para Scottie Pippen, o eterno companheiro de Michael Jordan no Chicago Bulls. Muitos dos outros, que também faziam suas listas, diziam que Pippen devia tudo o que tinha ao Michael Jordan e que, sem ele, teria uma carreira apenas regular.

(Antes que alguém me pergunte, minha lista de 12 jogadores, devidamente atualizada: Primeiro time: Magic Johnson, Michael Jordan, Larry Bird, Tim Duncan, Shaquile O’Neal. Segundo time: Isiah Thomas, Kobe Bryant, Lebron James, Karl Malone, Hakeem Olajuwon. Para completar os doze: Scottie Pippen e Reggie Miller.)

Nessa semana, Pippen foi introduzido, de forma mais que merecida, no Hall da Fama do basquete. Dentre os Small Forwards que vi jogar, ele só fica atrás de Larry Bird e Lebron James, na frente de James Worthy e Dominique Wilkens. Na história? Seguramente um dos dez melhores, considerando que nomes como Julius “Dr. J” Erving, Bernard King, Rick Berry e John Havlicek seguramente entrariam na conversa.

Pippen foi um ala de 2,03m que podia jogar de Point Guard sem nenhum problema. Tinha a capacidade de parar o melhor jogador adversário na defesa (poucos se lembram que a série final de 1991 virou em favor dos Bulls a partir do momento em que Pippen assumiu para si a responsabilidade por marcar Magic Johnson). Uma máquina de roubar bolas, puxar contra-ataques e até mesmo um excelente arremessador de três pontos.

Ainda não convenci ninguém? Então vamos aos fatos:

• Nomeado um dos 50 maiores jogadores de todos os tempos em 1997;

• Participou 7 vezes do All Star Game, sendo 6 como titular (MVP do jogo em 1994);

• 3 vezes All-NBA First Team (primeiro time na seleção do campeonato);

• 8 vezes NBA All-Defensive First Time (primeiro time na seleção dos melhores marcadores);

• Terceiro jogador em número de jogos de playoffs, atrás de Kareem Abdul-Jabbar e Robert Horry;

• Único jogador a ganhar a medalha de ouro olímpica e o campeonato da NBA no mesmo ano DUAS VEZES (1992 e 1996);

• Participou do Dream Team original de 1992, nos jogos Olímpicos de Barcelona.

• No primeiro ano em que jogou sem Michael Jordan (na primeira aposentadoria, em 1994), conduziu o time a 55 vitórias e foi o terceiro colocado na eleição de MVP (atrás de de Hakeem Olajuwon e David Robinson).

• É o ala que tem mais assistências (6.135) e roubadas de bola (2.307) na história da NBA.

Para finalizar, recomendo três excelentes textos sobre Scottie Pippen:

Estamos falando de um dos jogadores mais completos da história do basquete. Dizem que foi Michael Jordan quem fez a carreira de Scottie Pippen. Eu digo que, sem Pippen , MJ jamais teria conquistado seus seis títulos.


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